Ola amigos Fidalgos... Finalmente consegui aceder novamente a este nosso espaço! :)
Depois de vários dias com temperatutas anormalmente altas, a situação vai mudar, nomeadamente na nossa região...
Amanha entrará nas nossas latitudes uma perturbação de origem polar que trará consigo uma importante queda dos valores das temperaturas... O AA dos Açores encontra-se centrado a norte do Arquipelago, este associado a uma depressao que se está a formar no norte de Itália formaram um corredor de ar frio que trará até à peninsula ar muito frio de procedência polar, como podem ver na última imagem d satélite!
Assim em Paradela teremos:
Amanhã: Céu Nublado, aguaceiros fracos, que poderão ser de neve ou água neve ao fim do dia por cima dos 600/700m, atenção ao vento que soprará de componente norte, moderado a forte com rajadas até 80 km/h... Temperaturas em notável queda, a maxima não irá além dos 7 ou 8 graus, as mínimas vão cair para valores negativos...
Espero que a informação seja de utilidade para todos vocês... Atenção agricultores às geadas negras que poderão aparecer lá para o fim da semana!
“Eu amo Trás-os-Montes naquele silêncio das florestas e das estradas afastadas que aguardam ora a neve, ora o pavor do Verão. Amo-o ainda mais quando vejo a cor da terra e a sombra dos seus castelos em ruínas, quando suspeito o fundo dos rios, os recantos junto dos açudes e a altura das árvores. E perco-me desse mal de paixão, quando, de longe, Trás-os-Montes se assemelha vagamente a uma terra prometida aos seus filhos mais distantes, ou mais expulsos, ou mais ignorados, ou mais mortos apenas. E amam-se aquelas árvores porque vêm do interior da terra, justamente, sem invocar a sua antiguidade ou a sua grandiosidade. Ama-se o frio, até, o esplendor das geadas sobre os lameiros, o sabor da comida que nunca perdeu a intensidade nem a razão. E amam-se os rios, os areais, os poços das hortas, as cancelas de madeira que vão perdendo a cor, e talvez se amem o fogo das lareiras, os ramos mais altos dos freixos e das cerejeiras, os jardins abonecados das suas cidades, o granito das casas, o cheiro das aldeias onde ao fim da tarde se chama paz ao silêncio e se dá nome de chuva à água do céu.”
Francisco José Viegas
Francisco José Viegas
domingo, 18 de março de 2007
sexta-feira, 16 de março de 2007
Poemas aos Fidalgos I
Com a devida autorização da autora, a minha mãe, vou passar a publicar alguns dos seus trabalhos sobre a aldeia.
Ó Paradela
Terra sem par
És uma terra linda
Linda de encantar
O Povo de Paradela
Nem é Vila nem Cidade
É uma aldeia pequena
Onde brilha a mocidade
Ó Paradela
Que tanta beleza encerra
Aqui nascida e criada
Serás sempre a minha terra
Ó Paradela
Lugar onde nasci
Quero que todos saibam
Que gosto muito de ti
Ilda dos Reis Cunha 1999
terça-feira, 13 de março de 2007
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